PM de Urânia que trabalhava em Rio Preto mata namorada com 6 tiros


A balconista Lorena Aparecida dos Reis Pessoa, 29 anos, foi assassinada com seis tiros na madrugada de sexta-feira, dia 8 de setembro, em sua casa na Vila Aparecida, em Santa Bárbara d'Oeste. Pouco depois do crime, o cabo PM Carlos Alberto Ribeiro, 36, que é natural de Urânia, mas trabalhava em São José do Rio Preto, se entregou e foi preso. Ele é o único suspeito. O policial disse que tinha um relacionamento com a vítima, com quem tinha um filho pequeno.

Segundo funcionários da padaria na qual ela trabalhava, o pai da vítima contou que a filha foi assassinada na frente da criança. Ela foi socorrida e levada com vida até o Pronto-socorro Edson Mano, mas não resistiu.

O homicídio ocorreu por volta de 0h30. Policiais militares foram acionados após receberem a informação de que uma mulher tinha sido ferida com tiros. Luana era solteira e foi sepultada no dia seguinte no cemitério da cidade.

Lorena aparecida era solteira e foi assassinada com seis tiros pelo ex-amante - Jales Notícias

O próprio policial foi espontaneamente até a sede da 2ª Companhia do 19º Batalhão da PM e se entregou. Ele afirmou à Polícia Civil que “mantinha relacionamento” com a vítima e tinha cometido o crime após chegar de São José do Rio Preto (SP). Ele era casado e a vítima, solteira.

A perícia encontrou, dentro do carro do policial estacionado na frente da companhia da PM, uma pistola .40 marca Taurus que foi usada no crime, de acordo com o BO. Ela estava com seis munições disparadas.

O policial militar atua como cabo na 1ª companhia do 17º Batalhão da PM, em São José do Rio Preto e é natural de Urania e foi encaminhado ao presídio militar Romão Gomes após prestar depoimento.

Por nota, a PM informou que ele está na corporação há sete anos. A PM lamentou a morte da vítima "atingida por disparos de arma de fogo, por seu ex-companheiro".

PENSÃO

Rafaela Galdino, 26, trabalhou com Lorena em 2015 e também cita o problema com a pensão desde essa época. "Quando ele nasceu eu sei que o pai pagava a pensão, em um acordo entre eles. Depois que ele foi transferido de cidade, parou de pagar, logo quando subiu a patente de cabo."

Rafaela também afirma que a vítima não tinha relacionamento com o policial. "Ela nunca me disse que eles ainda se relacionavam. (...) Ela dizia que ele não queria nem o direito de visitar a criança, que nunca se interessou pelo menino. Ela sempre cuidou sozinha do filho", afirma.