Ex-funcionários do HCâncer estão presos por estelionato e podem pegar até cinco anos. CONFIRA ENTRE


Cristiano Pádua durante entrevista coletiva

O delegado chefe da Polícia Federal em Jales, Cristiano Pádua da silva, disse que os desvios nas contas do Hospital de Câncer de Barretos, cometidos pelo grupo de ex-funcionários presos nesta terça-feira, 8 de novembro, podem superar R$ 700 mil. A estimativa de prejuízo feita no início das investigações apontavam para R$ 500 mil, mas o valor subiu no decorrer das auditorias feitas pela PF. A abrangência da fraude também foi ampliada. Inicialmente, a investigação identificou fraudes especialmente em transportes de medicamentos e pacientes e no sistema de informática. A operação “Corrente do Bem”, deflagrada na terça-feira, fala que os três ex-funcionários presos estão sendo investigados por desvios de recursos do hospital em benefício próprio, mediante pagamentos suspeitos em supermercados, hotéis, oficinas mecânicas, lojas de pneus, postos de combustíveis, restaurantes, transporte de passageiros e cargas perigosas, entre outros. Foram presos o ex-diretor administrativo da unidade do hospital em Jales, R.M.D., 33 anos, e outros dois ex-funcionários da administração, G.V.B., 29 anos, e L.S.S, 30 anos.

Com eles foram apreendidos diversos documentos, um notebook, cinco veículos e R$ 5 mil em dinheiro. Nem hospital, nem pessoas que prestaram serviços ao hospital estão sendo investigados. Ao contrário. A Fundação Pio XII, mantenedora do hospital, é considerada vítima do grupo.

Confira a entrevista completa do delegado AQUI